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Notícia
27 de Março de 2014

REPRESENTANTES REGIONAIS DISCUTEM ASSUNTOS TÉCNICOS E ADMINISTRATIVOS

     No dia 20 de fevereiro, 19 membros das regionais reuniram-se na sede social da União dos Clubes de Gateball do Brasil, sita à Praça Barão de Japurá, 166, São Paulo, onde foram discutidos diversos assuntos de interesse ao gueitebol do Brasil.
     A reunião coordenada pelo presidente Seizi Oga teve a duração aproximada de 4 horas com a participação dos representantes das seguintes regionais: ABC, Alta Paulista, Capital-SP, Central, Fernão Dias, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Noroeste, Paraná, Rio de Janeiro, Seihoku, Seitô, Sorocabana, Sudoeste, Tohoku e Vale do Paraíba.
     Teve, inicialmente, exposição sobre as situações de cada regional feita pelos seus respectivos representantes. Foi unânime a opinião dos participantes de que a principal preocupação das regionais é a redução gradativa do número de praticantes de gueitebol, por não conseguirem preencher as lacunas deixadas por afastamento de idosos. Como consequência, muitas associações enfrentam dificuldades na constituição de equipes em diferentes categorias para os torneios.  Algumas regionais conseguem saná-las formando equipes mistas entre jovens e idosos ou pedindo emprestados jogadores de clubes pertencentes à mesma regional. A propósito, antes era permitida a integração de dois elementos de outras associações numa equipe, hoje por decisão da diretoria da UCGB é permitida até de três elementos.
     A maioria das regionais desenvolve intensa programação de torneios e campeonatos. Entretanto, com relação à formação de árbitros e aperfeiçoamento de arbitragem, nota-se ainda, em algumas regionais, a falta de incentivo e de elementos graduados dispostos a ministrar cursos e treinamentos.    
     A análise geral das situações leva a concluir que é preciso, em primeiro lugar, intensificar a campanha para incrementar o quadro social das associações, divulgando sempre as boas qualidades do gueitebol, para abolir o pré-conceito que muitos têm a seu respeito. A divulgação deve ser feita amplamente junto à comunidade em geral para que o gueitebol se torne mais um esporte popular do Brasil.
     Paralelamente a isso, é de primordial importância que haja também maior incentivo aos jogadores no aprimoramento das técnicas de arbitragem. Os árbitros devem, além de possuir profundo conhecimento de regras, comportar-se exemplarmente, mantendo bom relacionamento com os jogadores e julgando os acontecimentos com justiça e honestidade. Essas qualidades enobrecem os gueitebolistas e melhoram a imagem deste esporte.


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