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Notícia
03 de Março de 2014

BRASIL EM IGUALDADE DE CONDIÇÕES COM PAÍSES GIGANTES EM GUEITEBOL

     A maior população de gueitebolistas do mundo está no continente asiático, principalmente na China com quase 6 milhões e no Japão com cerca de 4 milhões. Estima-se que o Brasil possua aproximadamente 10.000 praticantes, entre os filiados à União dos Clubes de Gateball do Brasil e aqueles que não pertencem mais ao quadro por motivo de idade avançada.
     Conforme a lista de países participantes do mundial fornecida pelo Comitê Organizador, nota-se uma acentuada desproporção entre países atinente ao número de jogadores e número de árbitros participantes.  Por exemplo, a China participa com apenas oito equipes, enquanto o Brasil participa com 14. A China participa com 30 árbitros internacionais e o Brasil com três.
     É um grande privilégio o Brasil receber 14 vagas e isto se deve, certamente, ao fato de o Brasil ser reconhecido como país que desenvolve atividades gueitebolísticas mais intensas, fora da Ásia e pela liderança que exerce junto aos países sul-americanos.    
     Entretanto, o número de árbitros internacionais do Brasil é pequeno em relação ao número de equipes participantes. Em termos percentuais, três árbitros do total de 108 representam 2,8% ao passo que 14 equipes do total de 95 representam 14,7%.  
     O número reduzido de árbitros graduados, em especial de 1º grau (ikkyu) no Brasil é um tema que deve ser discutido e avaliado com os jovens, a fim de melhorar o equilíbrio entre as populações de jogadores e de árbitros oficiais.  
     Embora a grande maioria dos jogadores brasileiros faça os exames de habilitação para obtenção do título de 3º grau, poucos se habilitam a dar continuidade ao estudo e fazer o exame de 2º e principalmente o de 1º grau.  
     É preciso valorizar a formação de árbitros, em número e em qualidade. Bons árbitros se formam aprimorando seus conhecimentos de regras e praticando a arbitragem com o espírito de bem-servir aos companheiros, pois as ações são recíprocas, enquanto uns jogam outros são árbitros e, em seguida, invertem-se as funções.
     O Brasil deve oferecer maior número de árbitros nos eventos internacionais futuros. Só assim poderá participar, em igualdade de condições com os melhores países do mundo em gueitebol, competindo e colaborando nos trabalhos, ao mesmo tempo.


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