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Notícia
16 de Maio de 2013

ENCONTRO DOS ÁRBITROS DE MAIOR GRADUAÇÃO

     O encontro dos árbitros de 1º e 2º graus é realizado, uma vez ao ano, para discutir sobre as regras e seus aspectos polêmicos, assim como a maneira como devem ser orientados os novos árbitros.  A reunião deste ano aconteceu, no dia 3 de março, na sala de reunião da UCGB, onde compareceram 61 pessoas.
     O coordenador do encontro, diretor Hatiro Honda, fez detalhada exposição a respeito das atribuições dos três árbitros no campo. Explicou também que as normas divulgadas pela JGU-Japan Gateball Union restringem certas funções de árbitros conforme a sua graduação. Por exemplo, nos jogos oficiais de âmbito nacional, o árbitro de 1º grau pode exercer qualquer função, entretanto, o árbitro de 2º grau somente a função de árbitro auxiliar ou de anotador e o portador do título de 3º grau somente a de anotador. Entretanto, no Brasil, os portadores do título de árbitro oficial desempenham todas as funções, independente de sua graduação.
     Os requisitos exigidos, no Brasil, para a passagem do 3º grau para o 2º grau e deste para o 1º grau são ligeiramente diferentes dos estabelecidos no Japão. No Brasil, o candidato para o exame de 1º grau deve ter completado três anos após a obtenção do título de 2º grau, além de ter frequentado pelo menos cinco cursos de arbitragem e atuado como árbitro em jogos oficiais, no mínimo oito vezes. O candidato para o exame de 2º grau deve ter completado pelo menos dois anos após aprovação no exame de 3º grau, ter freqüentado, no mínimo, cinco cursos de arbitragem e atuado, no mínimo oito vezes, como árbitro em jogos oficiais.  O candidato ao exame de 3º grau deve possuir idade mínima de 16 anos e ter frequentado cursos oficiais teóricos e práticos ministrados pela União dos Clubes de Gateball do Brasil.
     Um fato interessante é a existência, no Japão, de uma categoria especial de árbitros constituída de pessoas com idade superior a 85 anos, denominada einen shimpan-in (árbitro de longa data).  Para se enquadrar nessa categoria, por opção própria, o candidato deve possuir experiência mínima de 10 anos em arbitragem, porém não lhe é dada autorização para atuar nos campeonatos oficiais de âmbito nacional.


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