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Notícia
26 de Março de 2013

REUNIÃO DOS REPRESENTANTES REGIONAIS

     A reunião anual de representantes regionais foi realizada, no último dia 21 de fevereiro, com a participação de 24 pessoas. Das 25 regionais existentes, 18 enviaram seus representes. Esta reunião é de suma importância, disse o presidente Seizi Oga na sua saudação, visto que o seu objetivo é discutir assuntos relacionados às programações e às diretrizes administrativas da União dos Clubes de Gateball do Brasil, a fim de promover maior integração entre a diretoria da União e os dirigentes regionais.
     Nas declarações individuais dos participantes ficou evidente, mais uma vez, a preocupação quanto à redução do número de praticantes de gueitebol nas associações. Há, porém, exceções como em alguns clubes pertencentes à regional capital/São Paulo, onde o quadro social revela significativa expansão nos últimos três anos. É o caso do Clube Ibirapuera de Gueitebol, comenta a presidente da regional Capital-SP, Aya Aoki Fugisava, onde nos últimos 4 anos entraram cerca de 50 novos associados, na sua maioria praticantes de tênis. A boa parte destes novos gueitebolistas já realizou cursos de arbitragem e é portadora do certificado de habilitação de terceiro grau (3 kyu).
     Diante da preocupação dos dirigentes regionais com relação à redução do quadro de associados na maioria dos clubes, o presidente Oga da União, estabeleceu como meta, nesta gestão que ora se inicia, intensificar a campanha de divulgação de gueitebol junto à comunidade e trazer pessoas relativamente jovens, de preferência as que tenham tido experiência anterior em algum tipo de esporte como tênis, atletismo, beisebol, golfe, bilhar. Os ex-esportistas certamente se adaptarão facilmente à nova modalidade e seu aprendizado será rápido. Ponto importante na campanha de desenvolvimento do quadro social é saber recepcionar bem os ingressantes e orientá-los com paciência durante os treinamentos. Não convém impor-lhes disciplina muito rigorosa desde início, pois é necessário que eles se sintam à vontade como se estivessem entre os verdadeiros amigos. Portanto, vamos criar, nas regionais e nos clubes, grupos treinados de orientadores, cuja função será de dar assistência aos novos jogadores, disse Oga.
     Outros meios para atrair novos adeptos foram citados. Nakamura da regional Noroeste relata sobre as visitas feitas por uma comissão constituída pela diretoria do clube às pessoas que apresentam perfil para serem futuros gueitebolistas. O convite feito especialmente por uma comissão à pessoa, na sua própria casa, é diferente de convidá-la por telefone ou durante um encontro casual.  Fugihara da regional Sorocabana propõe, por sua vez, isentar a primeira anuidade da UCGB aos que procuram clubes para aprender a jogar gueitebol.
     Algumas propostas feitas pelos associados por via e-mail ou nas reuniões foram discutidas previamente pela diretoria e esclarecidas pelo presidente: 1) a inviabilidade da criação de novas categorias nos Campeonatos Brasileiros se deve à limitação do número de quadras disponíveis; 2) doravante, todas as equipes deverão utilizar suas próprias bolas nos campeonatos. Eventualmente, havendo necessidade de mais bolas, por exemplo, na disputa de desempate, cabe à entidade organizadora (anfitriã) providenciá-las.  Yamamoto da regional Paulista cita o exemplo da integração feita numa das Associações entre os grupos de karaokê e gueitebol, em suas atividades, promovendo no final um almoço de confraternização.
     Em outros assuntos, o presidente Kunitake da regional Seihoku sugeriu reduzir o número de homenagens feitas, tradicionalmente, às pessoas que demonstraram destacada atuação na arbitragem ou nas atividades administrativas, a fim de valorizar mais as honrarias que lhes fazem jus.


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