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Notícia
29 de Fevereiro de 2012

ENCONTRO COM OS DIRIGENTES REGIONAIS

     Tradicionalmente, no início do ano, reúnem-se os dirigentes das regionais da União dos Clubes de Gateball do Brasil a fim de traçarem as diretrizes administrativas e solucionarem, juntamente com a diretoria da União, os problemas comuns que afetam as regionais.   O encontro aconteceu, no dia 16 de fevereiro, na sala de reuniões da UCGB, sita na Praça Barão de Japurá, 166, São Paulo, com a  participação de 24 membros, entre os quais representantes das 16 regionais, Aya Aoki Fugisava (Capital), Yukio Honda (ABC), Kazushi Sugahara (Rio de Janeiro), Yoshiaki Aratani (Mato Grosso do Sul),  Mitsuru Minami (Sudoeste), Osvaldo Tamagawa (Alta Araraquara), Mitsuo Kannami (Tohoku),  Tsuneo Hashimoto e Yoshito Yonemitsu (Paraná II),  Yoshiaki Mitsui (Paraná III), Takeshi Saguti (Depto de Gateball da Aliança Cultural Brasil-Japão do Paraná), Tutomu Fugihara (Sorocabana),  Shigueki Sagawa (Central), Alberto Y. Yamamoto (Paulista), Teruo Tagomori e Kango Yamashita (Seitô), Teruo Onari (Vale do Paraíba), Hideharu Kunitake (Seihoku) e Seijiro Nagata (Fernão Dias). Como membros da diretoria estiveram presentes Seizi Oga, Teruo Tagomori, Toshinori Takamura, Hatiro Honda, Júlio Kamimura, Mário Takamura, Namio Okada, Yoshiko Ido e Sadako Oga.
     A sessão teve início às 9:30 h sob apresentação do secretário geral da União, Yukio Honda,  e saudação do presidente Seizi Oga que enalteceu a importância deste encontro que permite um diálogo direto e aberto entre a diretoria da União e os dirigentes regionais. Os diretores Hideharu Kunitake e Mário Takamura foram indicados, ad hoc, pelo plenário para secretariarem a sessão.
     Quase todos os representantes demonstraram preocupação com relação à redução do quadro social dos clubes.  Os mais antigos e entusiastas de gateball estão se afastando por idade ou por morte, porém não está havendo reposição de suas vagas por jovens, na mesma proporção.  É, portanto, opinião da grande maioria, fazer divulgação deste esporte junto à população, sem restringir somente à comunidade nipo-brasileira. A propósito, o diretor de divulgação Toshinori Takamura da UCGB tem-se manifestado sempre a respeito e realizado demonstrações durante os eventos feitos nos recintos do  SESC, em diversos bairros da capital e em Itaquera.  A mudança do modo de escrever o nome do esporte, de gateball para gueitebol, proposta pela diretoria e aprovada na assembléia deste ano faz parte do projeto de divulgação.  É importante, além de fazer campanha para trazer novos associados, tentar preservar os que estão praticando atualmente. Cabe aos dirigentes das associações tomarem medidas que incentivem os jogadores, proporcionando-lhes conforto e bem-estar dentro de seu clube, e eliminando discriminações, particularmente  de idosos e iniciantes.
     Segundo relato do presidente Tutomu Fugihara, existem cidades como Avaré e Água de Santa Bárbara, onde  há dezenas de jogadores que não estão ainda filiados à União. Inclusive, em Santa Bárbara, há projeto para construção de três quadras oficiais de gateball. A título de colaboração, o vice-presidente Teruo Tagomori esclareceu que a UCGB dispõe de estrutura para dar toda orientação dessa natureza. Basta solicitar por telefone (11) 5011-3771 ou por e-mail (andrea@gateballrengo.org.br), e os diretores atenderão prontamente, indo ao local para orientação, desde a escolha do ponto mais apropriado até a maneira de construir as quadras em suas dimensões oficiais.
     Por outro lado, no Paraná, muitos jogadores que estavam desligados da União, por vários motivos, estão retornando mediante convites feitos por diretores das Associações. São boas notícias que vêm, graças à competência e à dedicação dos dirigentes locais.  
     Atendendo ao pedido do representante Teruo Onari, foi esclarecido que a atualização das carteiras de árbitros, que vencem no mesmo ano mas em meses diferentes, pode ser feita de uma só vez, no ano de vencimento. Entretanto, convém lembrar que a carteira não renovada por três vezes consecutivas perde a sua validade.
     Em questão da composição de equipes de kooreisha, com a inclusão de um jovem, na falta de um jogador ou numa situação em que o grupo de idosos necessita de um jovem para transportá-lo de carro, foi esclarecido que, no ano de 2011, foi aprovada uma medida que solucionasse esse problema, permitindo às equipes incompletas de completarem com jogadores de outros clubes da mesma regional. A inclusão de um jogador jovem, abaixo de 70 anos, descaracteriza o campeonato que tem categorias distintas por idade.  Esse tipo de composição pode ser feito nas competições amistosas, desde que a comissão organizadora comunique antecipadamente suas normas convencionais.   Quanto à inclusão de jogadores não filiados à UCGB nas equipes, em jogos oficiais, não é permitida por regulamento.
     Houve consulta quanto à possibilidade de a União custear os gastos de viagem e estadia dos diretores do depto de arbitragem, por ocasião de sua participação na qualidade de ministrantes de cursos.  O presidente Oga disse que a vontade não falta, mas por hora não é possível bancar as despesas, pois ministrar um curso por si só envolve gasto em tempo e na preparação de material tipo apostilas, e muita dedicação por parte dos ministrantes. Além disso, não se pode atender a pedido de uma regional e deixar de atender a de outras.
      Na questão de uniformes dos jogadores em competições oficiais.  Muitos demonstraram dúvidas com relação a chapéu e trajes: até que ponto deve seguir as regras?   Sem dúvida, é importante aplicar as regras, mas há casos, por exemplo, de chapéu, capas de chuva, malhas e sapatos que, nem sempre, permitem total uniformização.  O importante, porém, é que pelo menos a cor predominante seja igual.  Os detalhes sobre o assunto serão esclarecidos pelo diretor de arbitragem, na reunião dos árbitros de primeiro (ikkyu) e segundo (nikyu) graus a ser realizada no dia 4 de março,  na sede social da União.
     Por fim, a realização de torneios oficiais da UCGB no interior e outros estados, além do Campeonato Brasileiro de Gateball de Confraternização e do Campeonato de Gateball Seisoonen que já são promovidos fora da capital, faz parte do plano de descentralização de atividades da atual diretoria. Uma proposta feita, nesta reunião, foi a realização de Taça Rengô de Gateball de Melhor Idade. O nome ainda é provisório, poderá ser até Taça União de Gueitebol de Melhor Idade.  O objetivo é realizar no interior ou em outros estados, para facilitar a participação de idosos que residem em cidades distantes de São Paulo. A categoria dos idosos é a que mais sofre com a viagem.
     Já existe o Campeonato Brasileiro de Gateball de Idosos que tem como sede a cidade de São Paulo.  O fato de criar outra competição oficial fora de São Paulo não significa que os jogadores do interior não possam participar do tradicional campeonato da Capital, assim como nada impede que os jogadores da Capital participem da nova modalidade promovida em outras regiões.  A finalidade, portanto, desta nova modalidade de competição é proporcionar comodidade e conforto às pessoas idosas, em especial as que têm dificuldade de locomoção e, portanto, na participação de jogos oficiais da UCGB.


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