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Notícia
07 de Março de 2011

REUNIÃO DOS REPRESENTANTES REGIONAIS DA UCGB

Representantes regionais expõem suas dificuldades e realizações

     Os representantes das 19 regionais da União dos Clubes de Gateball do Brasil reuniram-se, no dia 17 de fevereiro, na sede social sita à Praça Barão de Japurá, 166, Jabaquara, e discutiram sobre diversos problemas e dificuldades enfrentados nas suas administrações.  As regionais representadas foram: Capital/SP,  ABC,  Seitô,  Central,  Sudoeste,  Vale do Paraíba,  Seihoku,  Fernão Dias,  Noroeste,  Sorocabana,  Paulista,  Tohoku/SP,  Alta Araraquara,  Paraná I,  Paraná II,  Paraná III,  Paraná IV,  Rio de Janeiro,  Mato Grosso MS/MT  e  Brasil Central.
     O trabalho foi conduzido sob apresentação do secretáro Yukio Honda, que convidou a todos, inicialmente, para guardarem um minuto de silêncio em honra à memória dos companheiros falecidos. Teve, em seguida, a saudação do presidente Seizi Oga que agradeceu aos participantes e enalteceu a importância desta reunião, realizada uma vez ao ano, onde se discutem e procuram solucionar problemas comuns que afetam as associações filiadas, além de ouvir sugestões para melhorar a gestão. Falou também sobre relevante papel exercido pela União dos Clubes de Gateball do Brasil, juntamente com suas regionais, no contexto nacional como entidade oficial, normativa e coordenadora de todas as atividades gatebolísticas.  Sem o Rengô, não haveria o imprescindível apoio e a orientação da World Gateball Union e o gateball do Brasil passaria a ser simples jogo de idosos, isolado do resto do mundo.
     Após auto-apresentação dos membros presentes, teve exposição individual da situação de cada regional, assim como propostas para solução de diversos problemas.    
     Todas as regionais foram unânimes em relatar que está havendo significativa redução do número de seus jogadores, exceto a regional capital, onde há ainda clubes que mostram crescimento do seu quadro social.  Exemplos citados foram a Associação Saga de Gateball e a Associação de Gateball Ibirapuera.
     A consequência mais grave da redução do quadro de associados nos clubes é a dificuldade de formar equipes para jogos oficiais, face à limitação de idades para as diferentes categorias.  Para solucionar esse problema, foi solicitado pelos representantes das regionais Seitô e Noroeste, respectivamente, KangoYamashita e Kazuyuki Horiuti, a aprovação da norma que permita tomar emprestado jogadores de outros clubes, desde que sejam da mesma regional. A solicitação será encaminhada pelo presidente à diretoria para apreciação e certamente aprovação, ainda na próxima reunião, uma vez que a maioria dos representantes demonstrou favorável à idéia.
     Toru Hondo, membro do conselho consultivo, propôs como uma das medidas para aumentar o número de praticantes de gateball a divulgação junto à comunidade brasileira.  
     A propósito, Oga anunciou as providências já em andamento para criação da Escola de Gateball no Centro Educacional e Esportivo Prof. Riyuzo Ogawa, da Prefeitura de São Paulo, destinada principalmente para crianças e jovens.   Um dos objetivos desta iniciativa é de contribuir para a formação de jovens, através da prática de esporte e ensinamento de disciplina. Sendo bem sucedida, será implantada também nos outros Centros da Capital e nas outras cidades, disse o presidente.
     Aya Fugisava, representante da regional Capital/SP, comentou a respeito da experiência desenvolvida com o GATA-Grupo de Apoio Técnico em Arbitragem, durante os torneios promovidos pelos clubes integrantes da regional.  Em todas as competições, na primeira rodada, faz-se a cerimônia do início da partida, além de realizar vigilância do andamento de arbitragem e conferência do preenchimento das súmulas.  Segundo Fugisava, o GATA da capital é composto atualmente de 10 elementos, o resultado é bastante satisfatório e acredita-se que vem contribuindo muito para o aprimoramento técnico e manner dos árbitros. Pelo fato de estar presente o GATA já tende a mudar as atitudes dos árbitros, encarando a arbitragem com mais seriedade.      
     O Boletim do Rengô distribuído mensalmente às regionais recebeu comentários favoráveis de várias pessoas. O Boletim escrito em dois idiomas, japonês e português, constitui realmente um instrumento simples e rápido de comunicação, em complementação às informações divulgadas pelo São Paulo Shimbun (Notícias de Gateball) e pelo site da UCGB na Internet.


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