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Notícia
27 de Março de 2010

Encontro de árbitros de 1º e 2º graus

     Seguindo o calendário deste ano, a União dos Clubes de Gateball reuniu, no dia 7 último, 67 árbitros de 1º grau (ikkyu) e de 2º grau (nikyu), para discutir assuntos de arbitragem sob a coordenação do diretor de arbitragem Hatiro Honda e seus auxiliares.
     O objetivo da reunião é mais do que justificável, declarou o presidente Hondo, na tentativa de aprimorar a arbitragem de gateball no Brasil.  Há, ultimamente, muitas competições amistosas, além dos campeonatos oficiais promovidos pelas regionais e pelo próprio Rengô (UCGB) que ocupam maior parte do tempo disponível dos jogadores. Mesmo assim, há jogadores que procuram competições para jogar, nos dias de semana. Consequentemente, entre os atletas, a preocupação de vencer aumenta cada vez mais, ficando ausentes no assunto relacionado à arbitragem.  Alguns dizem, “eu prefiro jogar do que atuar como juiz”. É até compreensível esse tipo de pensamento, pois fazer arbitragem é desgastante e preocupante.  Entretanto, é importante lembrar que, assim como todos os cidadãos, os atletas possuem seus direitos e suas obrigações. Os direitos de gatebolistas são de opinar e participar das competições, enquanto suas obrigações são de cumprir as regras e disciplinas (manners).  Uma das peculiaridades de gateball é de, entre os atletas, alternarem as funções de jogador e de árbitro. Enquanto cinco pessoas jogam, três atuam como árbitros. Fazer arbitragem, portanto, é uma obrigação, um ato recíproco de retribuição. É também um desafio a si próprio, como na competição, para atuar da melhor forma possível, aplicando, na prática, seus conhecimentos de regras.
     Sob apresentação do diretor Seijiro Nagata, a reunião teve prosseguimento com os depoimentos de diversas pessoas do plenário e discussões de assuntos pertinentes.  Foi quase unânime a declaração sobre falta de jovens para liderarem as atividades de arbitragem. Alguns alegaram dificuldade de ministrar cursos e seminários, por falta de pessoas graduadas ou de recursos para o pagamento das despesas de transporte de ministrantes até a sua cidade.
     O assunto GATA foi levantado pelo vice-presidente Oga que elogiou o relatório enviado pela diretora de arbitragem, Aya Fugisava, da regional Capital/São Paulo.  É a única regional que mantém, com êxito, as atividades do GATA, atualmente, formado por nove membros.  Nas competições feitas no âmbito da regional, na primeira rodada de jogos, é realizada a cerimônia do início de jogo. O relatório ainda demonstra, numericamente, o melhoramento no preenchimento de súmulas feito pelos anotadores como fruto de repetidas advertências e orientações.    
     Alberto Yamamoto da regional Paulista, um dos representantes jovens, recomendou a todos os juízes a lerem livros de regras editados pelo Rengô, principalmente de Perguntas & Respostas que é de fácil leitura e assimilação.  Hiromi Kamakura da regional Fernão Dias pediu ao Rengô maior divulgação de normas convencionais, por escrito, para que todos os associados possam ter acesso.
     Kazushi Sugahara da regional Rio de Janeiro fez críticas ao Rengô com relação à alteração feita na redação da Norma convencional de spark, mas Hondo rebateu as críticas, argumentando que a Norma, na sua essência, não foi alterada, apenas foi acrescentada uma explicação para melhor compreensão.


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