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Notícia
04 de Março de 2009

Arbitragem, um ato de cooperação mútua

     Ouvem-se, com certa frequência, comentários do tipo  não vou fazer exame de nikyu ou ikkyu porque vou ter que trabalhar mais.  Relatos dessa natureza devem ser combatidos para não influenciarem negativamente outros jogadores.
     É claro que alguns fazem arbitragem por prazer, cientes da sua responsabilidade, enquanto outros a fazem simplesmente por obrigação.
     Entretanto, convém sempre lembrar que uma boa partida de gateball depende de boa arbitragem.  Boa arbitragem faz com que o jogo evolua harmonicamente, sem parcialidade, com isso evitando discussões inúteis entre os competidores, por pequenas questões de interpretação de regras.
     Enquanto uma equipe joga, membros de outra equipe atuam como árbitros para conduzirem o jogo, e reciprocamente faz-se a alternância de funções de jogadores e de árbitros. Esta é uma das características interessantes do jogo de gateball.  
     Pode-se dizer que fazer arbitragem é um ato de cooperação mútua. É uma obrigação, sem exceção, para todos os jogadores. Então, porque não fazê-la bem feita, com cuidado, para receber também de seus companheiros o mesmo tratamento?
     Por outro lado, para executar bom trabalho de arbitragem, o árbitro deve possuir profundo conhecimento de regras. Além disso, exigem-se de árbitros bom senso, agilidade nas decisões, imparcialidade e, sobretudo, honestidade.
     Erros ocasionais podem ocorrer, mesmo com árbitros graduados.  Mas, saber perdoar erros involuntários de árbitros faz parte de manner e quando o faz enobrece a pessoa como verdadeiro esportista.
     Portanto, vamos valorizar a arbitragem e incentivar os gatebolistas a se tornarem bons árbitros, além de bons jogadores.


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