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Notícia
04 de Março de 2009

Reunião de representantes regionais

     Como acontece todos os anos no mês de fevereiro, no dia 12 último, os representantes das regionais reuniram-se com os membros da diretoria do Rengô, para discutirem assuntos administrativos e inerentes ao gateball.  Estiveram presentes os  representantes Toshinori Takamura (Capital/São Paulo), Yukio Honda (ABC), Teruo Tagomori (Seitô),  Kazuhiro Furuya (Central), Mitsuru Minami (Sudoeste), Teruo Onari  (Vale do Paraíba), Hideharu Kunitake (Seihoku), Seijiro Nagata (Fernão Dias), Masao Shimazaki (Noroeste),  Antonio Takeshi Sasada (Sorocabana),  Massaaki Yamagata (Paulista), Mitsuo Kannami (Tohoku), Osvaldo Tamagawa (Alta Araraquara),  Tsuneo Hashimoto (Paraná II), Minoro Saito (Paraná III), Masaaki Hiraoka (Paraná IV),  Kazushi Sugahara (Rio de Janeiro) e Osamu Iwashiro (Mato Grosso/MS),  estando ausentes os das regionais Paraná I, Rio Grande do Sul, Brasil Central, Bahia, Norte e Pernambuco. Como representantes da diretoria da UCGB, participaram  o presidente Toru Hondo, vice-presidente Seizi Oga, diretor de arbitragem Hatiro Honda, vice-diretor secretário geral, Sadatsugu Yamaguchi e diretora do departamento feminino, Stella Okubo.
     Às nove horas, sob apresentação do vice-presidente Seizi Oga da UCGB, a sessão teve início com a saudação do presidente Hondo, seguida de apresentação dos membros presentes, dos quais três presidentes foram eleitos recentemente, Toshinori Takamura da Capital, Yukio Honda da ABC e Minoro Saito da Paraná III.
     Assuntos relevantes foram discutidos pelos participantes, destacando-se entre outros: 1) o problema  da redução do quadro social das associações que parece ser uma tendência geral, principalmente no interior do estado;  2) a necessidade de se melhorar o nível de arbitragem, mediante incrementação dos programas de cursos e seminários em todas as regionais;  3) a questão de uniformes de jogadores nos dias de calor e uso de bermudas nas competições;  conforme o diretor de arbitragem, não há nenhuma proibição do uso de bermudas, desde que todos os integrantes da equipe estejam uniformizados;  4) a obrigatoriedade do uso de luvas brancas, wanshô e wappen pelos árbitros; 5) uso de crachás pelos jogadores para facilitar a sua identificação e também para disponibilizar dados pessoais importantes como número de identidade, endereço,  nome da pessoa de contato e telefone, tipo sanguíneo e convênio médico , nas situações de emergência por acidente ou por mal-súbito.
     O presidente Hondo esclareceu detalhadamente a situação do novo imóvel adquirido no ano passado, terreno de 480 m2 contendo uma casa com cerca de 400 m2 de área útil.  A casa, segundo Hondo, precisa de alguma reforma para se adaptar à finalidade de seu uso como escritório.  Há necessidade de se construir no fundo do terreno um salão para reunião, cujo projeto está pronto e aprovado e a obra já iniciada há uma semana. Ainda, informou que, neste ano, será iniciada uma nova modalidade de competição, o campeonato brasileiro de GB de jovens/adultos (seissoonen), para preencher a lacuna existente, no quadro atual de jogos. Existem competições masculinas e femininas e de idosos (acima de 70 anos), mas não há competição destinada exclusivamente para os jovens e adultos de idade até 69 anos.
     O diretor de árbitro, Hatiro Honda, pediu a todos os representantes regionais para se dedicarem junto aos jogadores, particularmente mais jovens, incentivando-os a prestarem exames de arbitragem para expandir o número de juízes oficiais graduados no Brasil.  Se o candidato já é portador do título de árbitro poderá, mediante exame, galgar um degrau acima, na seqüência de 3º para 2º e de 2º para 1º grau.  Contudo, advertiu Honda, os candidatos para se submeterem às provas devem se preparar antes, frequentando cursos e seminários e receberem treinamentos sob orientação segura de juízes graduados.
     Houve solicitação do diretor técnico, Teruo Tagomori, para que em todas as inscrições futuras aos torneios oficiais sejam utilizados tão somente formulários próprios da UCGB.  Isto porque têm aparecido inscrições em formulários de associações particulares ou regionais, o que dificulta o trabalho da comissão técnica, por falta de uniformidade.
    Pela secretaria geral da UCGB, foi solicitada a colaboração das regionais para o recadastramento de todos os filiados, assim como atualização das relações de árbitros, excluindo-se das relações aqueles que não estão mais na ativa por idade, morte ou por desistência.


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