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Notícia
30 de Agosto de 2008

É preciso formar bons árbitros

     A União dos Clubes de Gateball do Brasil (Rengô) vem imprimindo, nos últimos anos, grande dinamismo na educação de árbitros, promovendo cursos e seminários, na capital e nas cidades do interior. Para isso tem contribuído muito o seu diretor de arbitragem  e seus auxiliares.
     Diz-se que “não há boa partida de gateball, sem uma boa arbitragem”.  De fato, boa arbitragem conduz os jogos com harmonia, agilidade e sem parcialidade. Bons árbitros impõem respeito diante de jogadores, fazendo cumprir disciplinas e normas de boa conduta (manner).  Daí a necessidade da preparação de árbitros para lhes dar boa formação técnica e ética.
     Com a ministração de cursos de arbitragem em diversas regionais, o Rengô vêm contribuindo para o aprimoramento de arbitragem no nosso país.  O resultado disso é evidente.  Nos campeonatos brasileiros feminino e masculino, realizados em setembro  último, o público pôde presenciar uma das partidas finais mais tranqüilas, sem algazarra e sem discussões, por que os árbitros tiveram atuações firmes e serenas.
     Contudo, houve como sempre exceções. Na fase preliminar dos campeonatos, algumas reclamações foram feitas pelos jogadores, com relação à arbitragem que favoreceu certa equipe. Se realmente aconteceu é grave, pois, os árbitros demonstraram desconhecimento de regras elementares.  Pior ainda se eles agiram de má fé, com a intenção de favorecer a equipe de seus amigos.
     Sempre, nos cursos de arbitragem, os ministrantes dão ênfase à ética e à lealdade com os companheiros como árbitro ou como jogadores. É importante assimilar estes ensinamentos e procurar meios para combater atos irresponsáveis de árbitros que prejudicam não só outros, mas sobretudo as próprias pessoas que os praticam. (Depto. de Arbitragem)


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