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Notícia
26 de Abril de 2007

Curso de Arbitragem

A União dos Clubes de Gateball, seguindo a sua programação, promoveu no dia 15 de abril um curso de arbitragem para juízes e orientadores, reunindo cerca de 240 juízes, vindos da capital e interior do Estado de São Paulo, e de outros Estados, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná.
O número de participantes surpreendeu os próprios organizadores, superando em muito a expectativa.
O curso teve início às oito e meia, no estádio de gateball do Centro Esportivo Prof. Riyuzo Ogawa, com o treinamento de gesture, sob orientação dos árbitros internacionais Seijiro Nagata e Kazushi Sugahara. O principal objetivo da reunião, porém, foi a comunicação das alterações introduzidas nas regras oficiais internacionais, recentemente, pela World GB Union. Essas alterações foram aprovadas na reunião da diretoria daquele Órgão, em outubro de 2006, após ampla consulta feita, por correspondência, às entidades filiadas de todo o mundo.
    As apresentações foram feitas pelos orientadores Toru Hondo, em japonês, e Seizi Oga, em português, cujo resumo segue abaixo.
1) a distância entre inside line e out side line fica estipulada em 0,5 a 1 m.
2) para efeito de contagem de tempo para execução de um lance por um batedor, o tempo válido é aquele avaliado pelo árbitro de 10s.
3) na tacada inicial, a bola deve ser posicionada na área de partida com a mão.
4) Se provocar movimento de uma bola que está em contato com gate ou pino central, ao tocar neste gate ou pino com o taco, constitui infração de tacada.
5) No caso do Artigo 16, parágrafo 4, item 2 (3), após tomada  de medidas, mesmo que a distância entre o jikyuu e o takyuu seja menor que 10 cm, o jikyuu não vai para tyokkingai, pois spark já foi executado com sucesso.
6) Se, durante o jogo, uma bola da quadra A entrar na quadra B e bater numa bola que está em movimento, a bola da quadra B deve voltar ao local onde estava antes do deslocamento, e deve permitir ao batedor da quadra B que faça nova tacada.
7) Durante a tacada, mesmo que a cabeça do taco toque no pé do batedor não constitui infração.
8) Na tacada inicial, após a chamada feita pelo árbitro:  (a) se o batedor confunde as bolas, pega o takyuu, coloca-o na área de partida e dá tacada; (b) se o taco do batedor acerta numa bola alheia, fora da área de partida; (c) se o taco do batedor acerta no jikyuu, fora da área de partida, as devidas medidas devem ser tomadas, excluindo porém o caso em que a bola estiver fora da linha externa.
9) Nenhuma ação do batedor fora da quadra deve ser considerada infração, a penalização só se aplica no caso de time over.
10) É infração por toque (shokyuu ihan) bater ou puxar com o taco a bola à qual fez touch, antes de pega-la na mão.
11) Pegar um takyuu ao qual fez touch e batê-lo com a face do taco não constitui infração.
12) No momento de refazer “set” para spark, soltar o pé das duas bolas (takyuu e jikyuu juntos) não é hansoku. Entretanto, se pegar o takyuu sem antes pisar o jikyuu, passa a ser infração por toque.
13) Se, durante o procedimento do lance de spark, o batedor cata o takyuu e ao pisar o jikyuu, este desloca-se sob o pé e entra em contato com outra bola que estava na sua proximidade, o takyuu que está na mão é recolocado no local onde havia parado após o touch, outro takyuu  é reposicionado onde entrou em contato com o jikyuu, enquanto o jikyuu permanece no local de contato com o takyuu.   O jikyuu vai para tyokkingai, se a distância entre o jikyuu e o takyuu ao qual fez touch fôr menor que 10 cm.
14) Na fase final de uma partida, a equipe dominante toma certas atitudes com o objetivo de retardar o jogo. Se o árbitro entender que está havendo obstrução do jogo, de forma deliberada, ele poderá  chamar imediatamente o jogador seguinte e, em seguida, tomar medidas cabíveis para o caso de obstrução.

• Os tópicos descritos acima serão seguidos pela UCGB, a partir do dia 1 de julho de 2007.


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