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Notícia
30 de Março de 2007

Reunião dos árbitros de categorias Ikkyu e Nikyu

Seguindo o calendário do ano, o Rengô promoveu, no dia 4 de março, a reunião dos árbitros das categorias ikkyu e nikyu, a fim de discutir temas relacionados à arbitragem sob todos os aspectos. Reuniram-se 83 árbitros, procedentes das diversas regionais dos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná e Mato Grosso.
Sob apresentação do vice-presidente Seizi Oga, a sessão teve início às 9 horas com a saudação do diretor de arbitragem Hatiro Honda, seguida pelas palavras de boas-vindas do presidente Toru Hondo que enalteceu a importância desta reunião no aprimoramento técnico de arbitragem, sobretudo no ano que precede o Campeonato Internacional, programado para julho de 2008, em São Paulo, em comemoração ao Centenário da imigração japonesa no Brasil.
Houve declarações interessantes, principalmente,  do vice-diretor de arbitragem, Kazushi Sugahara e do diretor de orientação Seijiro Nagata, cada um abordando suas experiências e assuntos instrutivos.  Hideharu Kunitake, Osvaldo Tamagawa, Jones Yamada e Hideomi Uemura, igualmente, expuseram suas opiniões, dando importante contribuição à discussão.
Sugestão bastante objetiva para melhorar o nível de arbitragem foi apresentada pelo Sugahara, baseada na sua experiência na regional Rio de Janeiro, que consiste em realizar competições, onde em cada equipe tenha, como integrante, um ou mais árbitros graduados para darem orientação quanto a postura, gesticulação e posicionamento dos árbitros.  Os participantes divertem-se e aprendem ao mesmo tempo.
Outra proposta também de aplicação imediata é a do próprio departamento de arbitragem do Rengô. Consiste em criar, em cada regional, uma comissão denominada Grupo de Apoio Técnico em Arbitragem – GATA,  composta de três ou cinco árbitros portadores do título de ikkyu ou nikyu, cujo objetivo é orientar e disciplinar os árbitros durante as competições, no âmbito de sua regional.   Os integrantes do GATA estarão sempre presentes nos torneios amistosos e oficiais, identificados com crachás bem visíveis, e poderão auxiliar nas decisões de problemas que surgem e que geram, com frequência, discussões inúteis. O GATA tem também a missão de registrar erros graves cometidos pelos árbitros, bem como anotar bons desempenhos, boa conduta e eficiência,  demonstrados pelos árbitros, desta maneira, dando apoio e orientação àqueles que tem pouco preparo e incentivando aqueles que têm boa atuação.


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